Sibutramina 15mg – 30 Comprimidos

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Descrição

A sibutramina é um medicamento utilizado principalmente no tratamento da obesidade. Ela age como um supressor de apetite, ajudando as pessoas a reduzir a ingestão de alimentos e, consequentemente, a perder peso. Foi sintetizada na década de 1980 e, inicialmente, sua função era ajudar no controle do apetite e no tratamento de distúrbios alimentares, como a obesidade.

Originalmente, a sibutramina foi desenvolvida para ser um antidepressivo, pois atua sobre os neurotransmissores no cérebro, como a serotonina, a norepinefrina e a dopamina, que estão relacionados ao controle do apetite. No entanto, durante os estudos clínicos, observou-se que o medicamento apresentava efeitos mais notáveis na perda de peso do que em tratar transtornos depressivos, o que levou à sua aprovação para o uso no controle de peso.

Como a Sibutramina Atua no Organismo?

A sibutramina atua no cérebro, especificamente em áreas que controlam o apetite, por meio da modulação de neurotransmissores como serotonina, norepinefrina e dopamina. Ela inibe a recaptação desses neurotransmissores, o que significa que a quantidade desses químicos nas sinapses (espaços entre os neurônios) aumenta. Esse aumento é responsável por reduzir a sensação de fome e melhorar a saciedade.

Aqui estão os principais mecanismos de ação da sibutramina para inibir o apetite:

  1. Aumento de serotonina: A serotonina é um neurotransmissor relacionado à sensação de bem-estar e controle do apetite. Quando a sibutramina bloqueia a recaptação de serotonina, ela mantém níveis mais elevados desse neurotransmissor nas áreas do cérebro que regulam a fome, o que ajuda a reduzir o apetite.
  2. Aumento de norepinefrina: A norepinefrina também tem um papel importante na regulação do apetite. Quando a sibutramina aumenta os níveis de norepinefrina, ela contribui para a redução do desejo de comer.
  3. Aumento de dopamina: A dopamina é um neurotransmissor relacionado à motivação e recompensa. Ao aumentar a dopamina no cérebro, a sibutramina pode ajudar a reduzir a sensação de prazer relacionada à alimentação excessiva, o que também auxilia na perda de peso.

Em conjunto, esses efeitos fazem com que a pessoa sinta menos fome e tenha maior controle sobre os impulsos alimentares, facilitando a perda de peso.

Tratamento com Sibutramina

O tratamento com a sibutramina é realizado sob orientação médica e geralmente segue algumas etapas, incluindo a dosagem inicial, monitoramento e ajustes conforme necessário. O objetivo principal é auxiliar na perda de peso em pessoas com obesidade ou sobrepeso, especialmente quando essas condições são acompanhadas de fatores de risco, como hipertensão ou diabetes tipo 2. Aqui está um resumo do tratamento com sibutramina:

1. Dosagem inicial:

  • Início com 7,5 mg/dia: O tratamento geralmente começa com uma dose de 7,5 mg de sibutramina por dia. Essa dosagem é indicada para avaliar a tolerância do paciente ao medicamento.
  • Administração: A sibutramina é tomada por via oral, geralmente uma vez ao dia, de preferência pela manhã. A forma de apresentação mais comum é a cápsula.

2. Ajuste de dosagem:

  • Dose aumentada para 15 mg/dia: Caso a resposta ao medicamento seja adequada e o paciente não apresente efeitos colaterais significativos, o médico pode aumentar a dose para 15 mg por dia, que é a dose máxima recomendada.
  • Monitoramento de efeitos colaterais: Durante o uso, o paciente é monitorado quanto a possíveis efeitos adversos, como aumento da pressão arterial, taquicardia (aumento da frequência cardíaca) e outros problemas cardiovasculares. Caso esses efeitos sejam graves, o tratamento pode ser interrompido ou ajustado.

3. Duração do tratamento:

  • O tratamento com sibutramina é geralmente recomendado por um período limitado, de 3 a 6 meses, com acompanhamento médico contínuo. Após esse período, o médico pode reavaliar a eficácia do medicamento e decidir se deve ser mantido ou interrompido.
  • Caso a perda de peso não seja significativa durante os primeiros 3 meses de tratamento (geralmente se não houver redução de 5% do peso corporal), o uso do medicamento pode ser descontinuado.

4. Monitoramento contínuo:

  • Durante o tratamento, é essencial monitorar não apenas a perda de peso, mas também indicadores de saúde, como pressão arterial, frequência cardíaca e outros sinais vitais. Isso ajuda a evitar possíveis efeitos adversos e a garantir que o tratamento esteja sendo eficaz e seguro.
  • É importante que o paciente adote hábitos saudáveis de alimentação e prática de atividades físicas durante o tratamento, pois a sibutramina não é uma solução isolada, mas sim um auxílio à perda de peso, combinada com mudanças no estilo de vida.

5. Interrupção do tratamento:

  • O médico pode recomendar a interrupção do tratamento se o paciente não apresentar resposta adequada, ou se houver efeitos colaterais que comprometem a saúde.
  • A interrupção deve ser gradual, sob a supervisão médica, para evitar efeitos adversos súbitos.

Efeito Rebote da Sibutramina

Sim, a sibutramina pode causar efeito rebote em algumas pessoas, especialmente se o medicamento for interrompido abruptamente ou se o tratamento não for acompanhado de mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e exercícios físicos. O efeito rebote é a tendência de ganhar peso novamente após a interrupção do tratamento, frequentemente em quantidade superior ao peso perdido durante o uso do medicamento.

Como o efeito rebote ocorre com a sibutramina?

  1. Interrupção abrupta: Quando a sibutramina é descontinuada sem um acompanhamento adequado, o organismo pode voltar a ter um aumento do apetite, pois o medicamento atua diretamente no controle da fome. Após parar de tomar o remédio, o corpo pode retornar a sinais de fome intensos, fazendo com que a pessoa coma mais do que deveria, levando a um aumento de peso.
  2. Falta de mudanças no estilo de vida: O efeito rebote é mais comum em pacientes que dependem unicamente do medicamento para perder peso e não fazem mudanças permanentes em seus hábitos alimentares e rotina de exercícios. A sibutramina ajuda a controlar o apetite, mas, se o paciente não mantiver um estilo de vida saudável, é muito difícil sustentar a perda de peso a longo prazo após a interrupção do uso do medicamento.
  3. Adaptação do corpo: O corpo pode se adaptar aos efeitos da sibutramina, e quando o medicamento é retirado, pode haver um “choque” no metabolismo, resultando em um aumento do apetite e, por consequência, do peso.

Como minimizar o efeito rebote:

  • Acompanhamento médico contínuo: A retirada gradual do medicamento sob supervisão médica pode ajudar a evitar o efeito rebote.
  • Mudanças no estilo de vida: É fundamental que o tratamento com sibutramina seja acompanhado de hábitos saudáveis, como dieta equilibrada e exercício físico regular. Essas mudanças ajudam a manter a perda de peso após o fim do tratamento.
  • Educação nutricional: Durante o uso da sibutramina, é importante que o paciente receba orientações sobre como se alimentar de maneira saudável e sustentável para que o efeito rebote seja minimizado.

Efeitos Colaterais da Sibutramina

A sibutramina, apesar de ser eficaz no auxílio à perda de peso, pode causar uma série de efeitos colaterais, principalmente devido à sua ação sobre o sistema nervoso central. Esses efeitos variam de leves a graves e podem afetar diferentes sistemas do corpo. Por isso, seu uso deve ser monitorado de perto por um médico, que pode ajustar a dose ou interromper o tratamento caso necessário. A seguir, estão os principais efeitos colaterais da sibutramina:

Principais Efeitos Colaterais da Sibutramina:

  • Aumento da pressão arterial: A sibutramina pode elevar a pressão arterial, o que pode ser perigoso, especialmente para pessoas com hipertensão ou problemas cardíacos. O aumento da pressão arterial é uma das razões pelas quais o uso da sibutramina deve ser monitorado regularmente.
  • Taquicardia (aumento da frequência cardíaca): O aumento da frequência cardíaca também é um efeito comum, podendo causar palpitações e desconforto. Esse efeito pode ser mais pronunciado em pessoas com predisposição a problemas cardíacos.
  • Boca seca: A boca seca é outro efeito colateral frequentemente reportado. Isso ocorre devido à ação da sibutramina sobre os neurotransmissores, que pode reduzir a produção de saliva.
  • Insônia: Como a sibutramina pode aumentar a atividade de certos neurotransmissores no cérebro, isso pode afetar o sono. A insônia é um efeito colateral comum, especialmente em doses mais altas.
  • Constipação intestinal: A sibutramina pode afetar o sistema gastrointestinal, levando à constipação (prisão de ventre). Isso ocorre devido a alterações no trato intestinal, que podem ser desconfortáveis para o paciente.
  • Tontura e dor de cabeça: Alguns usuários relatam tontura ou dor de cabeça enquanto utilizam a sibutramina. Esses efeitos podem ser causados pela alteração nos níveis de neurotransmissores no cérebro.
  • Alterações no humor: Em alguns casos, a sibutramina pode causar irritabilidade, ansiedade ou outros sintomas relacionados ao estado emocional. Embora esses efeitos sejam mais raros, eles são importantes de serem monitorados.
  • Risco de complicações cardiovasculares: Em casos raros, a sibutramina pode aumentar o risco de eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC), especialmente em pessoas com histórico de doenças cardíacas.

Como é Realizado o Desmame da Sibutramina?

A descontinuação da sibutramina (ou “desmame”) deve ser feita de forma gradual, com acompanhamento médico, para evitar efeitos colaterais indesejados, como o efeito rebote, e para garantir que a pessoa continue a manter o peso perdido. O desmame permite que o corpo se adapte à ausência do medicamento de maneira mais suave.

Aqui está um guia geral para realizar o desmame da sibutramina:

1. Acompanhamento médico:

  • Importância: O primeiro passo é sempre consultar o médico antes de interromper o uso da sibutramina. O profissional avaliará o histórico de saúde do paciente e decidirá a melhor forma de reduzir a dose, considerando a resposta do organismo e o controle do peso.
  • Monitoramento contínuo: O médico pode solicitar o monitoramento da pressão arterial, frequência cardíaca e outros parâmetros de saúde durante o processo de descontinuação.

2. Redução gradual da dose:

  • Diminuição progressiva: Em vez de interromper o uso abruptamente, a dose da sibutramina deve ser reduzida gradualmente. Isso pode envolver a diminuição da dose diária em intervalos de 5 a 10 mg, conforme a recomendação médica.
  • Exemplo de redução: Se o paciente estiver tomando a dose máxima de 15 mg/dia, o médico pode reduzir para 10 mg/dia por uma semana e depois para 5 mg/dia. Após isso, o medicamento pode ser interrompido por completo.

3. Monitoramento de efeitos colaterais e peso:

  • Atenção ao aumento do apetite: Durante a redução da dose, o paciente deve estar atento a sinais de aumento do apetite ou ganho de peso. Caso esses sinais ocorram, o médico pode ajustar o processo de desmame ou sugerir estratégias alternativas para o controle do peso, como dietas específicas e aumento da atividade física.
  • Acompanhamento do peso: O acompanhamento regular do peso é fundamental para garantir que o paciente continue a perder ou manter o peso alcançado durante o tratamento.

4. Adotar hábitos saudáveis:

  • Mudanças permanentes: Durante o desmame, é essencial que o paciente tenha adotado mudanças no estilo de vida, como uma dieta balanceada e a prática regular de exercícios, para que a perda de peso seja mantida sem a necessidade de medicamentos.
  • Suporte psicológico: Em alguns casos, pode ser útil buscar apoio psicológico, principalmente se houver dificuldades emocionais relacionadas ao apetite ou alimentação.

5. Evitar o efeito rebote:

  • O risco de efeito rebote é mais alto quando a sibutramina é interrompida sem uma redução gradual. O aumento do apetite e a possível recuperação do peso perdido podem ser minimizados com o apoio médico e o acompanhamento contínuo da saúde.

Em resumo, a descontinuação da sibutramina deve ser feita de forma cuidadosa, com redução gradual da dose, sempre sob a supervisão de um médico, e com um foco em manter um estilo de vida saudável para evitar o ganho de peso após o tratamento.

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